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Impacto real no seu caixa mensal
O que o colaborador recebe (Holerite)
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A Summit Conta é especialista em Planejamento Tributário. Nossa equipe vai auditar sua operação e estruturar modelos legais para reduzir seus custos trabalhistas imediatamente.
Agendar Consultoria GratuitaA matemática por trás da folha de pagamento: descubra o peso dos encargos trabalhistas e como o planejamento tributário inteligente protege o caixa da sua empresa.
Contratar é o principal motor de crescimento de um negócio, mas também é onde moram os maiores riscos financeiros. Muitos empresários cometem o erro fatal de olhar apenas para o salário registrado na Carteira de Trabalho. Na prática, a realidade é muito mais dura.
A matemática é fria: devido aos encargos trabalhistas, previdenciários e provisões obrigatórias, um funcionário no Brasil pode custar de 70% a 100% a mais do que o seu salário bruto. Um colaborador de R$ 2.000,00 pode facilmente gerar um custo de R$ 4.000,00 mensais para a empresa.
Compreender o custo real do funcionário é essencial para precificar seus serviços, não estourar o fluxo de caixa e decidir o modelo de contratação ideal. Abaixo, a Summit Conta faz a radiografia completa dessa conta.
O salário base é apenas o ponto de partida. Sobre ele, dependendo do setor, incidem adicionais que turbinam a base de cálculo de todos os impostos da folha:
A maior variável do custo está no Regime Tributário da sua empresa. Os encargos previdenciários mudam as regras do jogo:
Empresas quebram no fim do ano por não provisionarem os custos mensais. Todo mês, o funcionário adquire frações (1/12 avos) de direitos intocáveis:
O que atrai talentos também pesa no caixa. Além dos impostos, os benefícios somam um valor alto ao custo mensal efetivo:
Veja a diferença brutal que o Regime Tributário faz no caixa da sua empresa para um mesmo salário bruto de R$ 2.000,00.
| Composição do Custo | Simples Nacional (Anexos I, II, III e V) |
Lucro Presumido (e Simples Anexo IV) |
|---|---|---|
| Salário Bruto | R$ 2.000,00 | R$ 2.000,00 |
| INSS Patronal (20%) | Isento no DAS | R$ 400,00 |
| FGTS (8%) | R$ 160,00 | R$ 160,00 |
| Provisão Férias + 1/3 (~11,11%) | R$ 222,00 | R$ 222,00 |
| Provisão 13º Salário (~8,33%) | R$ 166,00 | R$ 166,00 |
| RAT e Sistema S | Isento no DAS | R$ 156,00 (Média 7,8%) |
| Benefícios (Vale Refeição/Saúde) | R$ 600,00 (Exemplo) | R$ 600,00 (Exemplo) |
| Custo Real Estimado | R$ 3.148,00 | R$ 3.704,00 |
Atenção: O mesmo funcionário pode custar R$ 6.672,00 a mais por ano apenas pela diferença do regime tributário. Daí a importância do planejamento contábil da Summit.
Reduzir custos não significa precarizar o trabalho. Com a contabilidade consultiva certa, você otimiza o caixa:
Utilize o Simulador de Custos Trabalhistas da Summit Conta e tenha previsibilidade total.
O custo real vai muito além do salário registrado na carteira. Dependendo do seu regime tributário e dos benefícios oferecidos, um funcionário custa entre 70% e 100% a mais que o seu salário bruto. Isso inclui encargos como FGTS, provisões de Férias e 13º, além de impostos patronais e benefícios diários.
A principal diferença está na forma de cobrança dos impostos e no peso da folha de pagamento:
Simples Nacional: Unifica a maioria dos impostos em uma única guia mensal (DAS). Como o encargo do INSS Patronal já vem embutido na alíquota, costuma ser a opção mais barata para empresas com muitos funcionários.
Lucro Presumido: Os impostos são calculados e pagos separadamente. O INSS Patronal é cobrado diretamente sobre os salários, deixando a folha mais cara. No entanto, é a opção mais vantajosa para negócios que faturam alto e têm uma equipe enxuta (como prestadores de serviços digitais, clínicas e tecnologia), pois evita as alíquotas punitivas do Simples e protege a margem de lucro.
A escolha do regime tributário exige cálculos precisos cruzando seu faturamento e suas despesas. Para maiores detalhes e um diagnóstico exato para o seu CNPJ, entre em contato com os especialistas da Summit Conta.
Na grande maioria das vezes, sim. Se a sua empresa estiver no Lucro Presumido e oferecer um pacote de benefícios competitivo (vale-refeição, plano de saúde, etc.), a soma do salário, impostos, provisões obrigatórias e benefícios fará com que o desembolso mensal da empresa seja praticamente o dobro do salário nominal.
O INSS Patronal (Cota Patronal) é um imposto de 20% sobre o total da folha de pagamento, destinado à Previdência Social. Ele é pago pela empresa e não é descontado do trabalhador. Empresas do Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional (apenas Anexo IV) são obrigadas a pagar. As demais empresas do Simples Nacional são isentas dessa cobrança avulsa.
Todo mês que o seu funcionário trabalha, ele adquire o direito a 1/12 (uma fração) das férias anuais e do 13º salário. A provisão é o ato de guardar esse dinheiro no caixa da empresa mensalmente (cerca de 19,4% do salário). Quem não provisiona, sofre um rombo no caixa no fim do ano quando essas contas vencem todas de uma vez.
Depende de como são pagos. O Vale-Transporte fornecido na forma da lei (com desconto de 6% do funcionário) não sofre incidência de INSS ou FGTS. O Vale-Refeição, se pago via cartão de benefícios (PAT), também é isento. Porém, se esses valores forem pagos em dinheiro direto na conta, eles passam a integrar o salário e todos os impostos incidirão sobre eles.
O RAT (Riscos Ambientais do Trabalho) é um imposto que financia aposentadorias especiais e auxílios por acidentes de trabalho. A alíquota varia de 1% a 3% sobre a folha, dependendo do grau de risco da atividade da sua empresa. Empresas do Simples Nacional (Anexos I a III e V) não pagam essa taxa separadamente.
Além dos 8% de FGTS depositados mensalmente, se você demitir o funcionário sem justa causa, será obrigado a pagar uma multa de 40% sobre todo o saldo acumulado do FGTS dele. Por isso, orientamos nossos clientes a provisionarem cerca de 3,2% ao mês já prevendo essa possível multa rescisória.
Para a empresa, o regime PJ (B2B) custa de 30% a 50% menos, pois elimina todos os encargos trabalhistas (INSS, FGTS, férias, 13º). Para o profissional, o modelo PJ costuma gerar um salário líquido maior. No entanto, é vital estruturar essa contratação corretamente com a sua contabilidade para não gerar vínculo empregatício e passivos trabalhistas.
A melhor forma é através do Planejamento Tributário: revisar se a sua empresa está no regime correto. Além disso, você pode investir em programas de participação nos lucros (PLR), que não geram encargos trabalhistas em cima do bônus, utilizar benefícios flexíveis e terceirizar funções secundárias de forma estratégica.
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